quarta-feira, 30 de abril de 2014

SINO DE ABERTURA (30/04)

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SINO DE ABERTURA BRASIL  cid:image002.png@01CEFD69.43F387F0
Bom dia!
Agenda cheia para hoje com foco voltado para a reunião do Fomc nos Estados Unidos, além da primeira leitura do PIB do primeiro trimestre. Na China, chamam atenção os dados do PMI industrial oficial.
Ásia: o Banco Central do Japão (BoJ) manteve hoje, por unanimidade, a política monetária, que tem por objetivo acelerar a base monetária entre 60 trilhões de ienes e 70 trilhões de ienes por ano. A decisão não foi uma surpresa. O BC japonês também manteve as projeções inflacionárias até maio de 2016 e reduziu a estimativa para o crescimento do PIB no último ano fiscal e neste ano. Hoje, as principais praças acionárias fecharam sem direção única. A Bolsa de Tóquio fechou em alta de 0,11%, após oscilar entre altas e baixas durante a sessão, influenciada pelo comportamento do iene. Já na China, a Bolsa de Xangai subiu 0,30%, enquanto a de Hong Kong recuou 1,42%, em meio à estreia morna dos negócios com as ações (IPO) da fabricante de carne de porco WH Group. Ainda na região, a Bolsa de Seul caiu 0,15%. Na Austrália, a Bolsa de Sydney ficou praticamente estável, com +0,05%.
Europa: o CPI da Zona do Euro subiu 0,7% em abril ante igual mês do ano passado, após avançar 0,5% em março e ficando abaixo da alta de 0,8% prevista por economistas. O resultado permaneceu bem abaixo da meta de inflação do BCE, que é de uma taxa ligeiramente abaixo de 2%, o que aumenta a pressão sobre o Banco Central Europeu (BCE) por mais estímulos monetários. Já o  índice Eurocoin subiu para 0,39 em abril, de 0,38 em março. Com a alta, o indicador se aproximou ainda mais dos níveis apresentados pelo indicador no verão (no Hemisfério Norte) de 2011. Na Alemanha, as vendas no varejo caíram 0,7% em março ante fevereiro, em linha com a expectativa de mercado. Em relação ao mesmo período de 2013, as vendas no varejo caíram 1,9% em março. As principais bolsas europeias oscilam entre as duas direções no pregão desta quarta-feira, influenciadas por notícias corporativas e uma série de indicadores da região já divulgados. Às 7h15, a Bolsa de Londres subia 0,14%, a de Paris caía 0,33% e a de Frankfurt tinha queda de 0,05%.
EUA: agenda relevante. Pela manhã, às 9:30 1ª leitura do PIB norte-americano do 1º TRI. A estimativa mediana do mercado é que o número anualizado fique em 1,1%.
Às 10h45 é a vez do Chicago PMI e às 15h horas teremos a decisão do Fomc sobre política monetária e ritmo de compras de ativo.  
Brasil: o Banco Central publica a nota de política fiscal, às 11h, e as estimativas vão de saldo zero a superávit primário de R$ 7 bilhões (mediana de R$ 4 bilhões). Antes, saem a sondagem da indústria em abril (8h) e a pesquisa de emprego e desemprego do Seade/Dieese (9h45). Depois, às 12h30, é a vez dos dados semanais do fluxo cambial. Por fim, às 15h, a Fiesp/Ciesp informa o índice nacional de atividade da indústria e o nível de utilização da capacidade instalada (Nuci) em março.

>Minério de ferro caiu 2,7% para 105,40USD/tonelada

MERCADO DE AÇÕES  e OPÇÕES
GATILHOS PARA DAYTRADE
PETR4 gatilho de compra 16,81 / gatilho de venda 16,65
VALE5  gatilho de compra 26,85 / gatilho de venda 26,67
ITSA4 gatilho de compra 9,90 / gatilho de venda 9,80
BVMF3 gatilho de compra 11,51 / gatilho de venda 11,44
GGBR4 gatilho de compra 13,61/ gatilho de venda 13,35

AÇÕES

OPERAÇÕES EM ABERTO  - Se estiver em destaque está em ponto de entrada! (R) Reduzida.
GRÁFICO (swing trade/position)
COMPRAS: VIVT4, ESTC3, BBSE3, CIEL3(R), ECOR3, GOLL4(R), ELET6, ALLL3
VENDAS:

SETUPS MÉDIAS (9 exponencial e 40 simples - gráfico diário)

COMPRA: TIMP3
VENDA: BTOW3


Carteira Gráfica: BBSE3(+25%), VIVT4(+25%), ESTC3(+25%)

NO RADAR
Fluxo para Monitorar:           


Ibovespa Futuro
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Renner – Números fortes. Surpresa foi o resultado operacional. Positivo
Lojas Renner
1T14
1T14E¹
Δ%
1T13
Δ%
4T13
Δ%
Receita Líquida
939
942
-0,4%
834
12,6%
1.455
-35,5%
EBITDA
135
112
20,5%
90
50,0%
391
-65,4%
Margem EBITDA
14,4%
11,9%
2,5p.p.
10,8%
3,6p.p.
26,9%
-12,5p.p.
Lucro Líquido
51
32
59,1%
22
135,6%
216
-76,4%
Margem Líquida
5,4%
3,4%
2,0p.p.
2,6%
2,8p.p.
14,9%
-9,4p.p.
Fonte: Bloomberg, Broadcast e Análise XP
1. Médias das estimativas de mercado
Receita Líquida apresentou crescimento de 12,6% YoY, em linha com as expectativas.
SSS de +5,4%, tirando Guararapes, que foi a que apresentou o melhor SSS até o momento no setor de varejo de vestuário, a Renner foi a que apresentou o 2º melhor crescimento de SSS no trimestre, com a contribuição da Camicado na melhora da receita. Só lembrando que o SSS no 1T13 foi de 9,4%, base de comparação elevada.
Margem Bruta da Operação de Varejo foi de 51,8% (+0,6 p.p.) A margem Bruta foi favorecida pelo melhora no gerenciamento dos estoques e da logística para as lojas, além das melhores margens da Camicado. Aliado a isso, as menores perdas no 1T13 de inventário.
As Despesas Operacionais representaram 41,5% da receita líquida uma queda de 2,4 p.p., gerando uma melhora na margem Ebitda e bem acima das expectativas, com controle de despesas, com a continuidade do Programa +Simples e a desoneração da folha de pagamentos.
EBITDA Ajustado do Varejo cresceu 73,7%, atingindo R$ 73,6 MM, com uma margem Ebitda ajustada do varejo de 9% x 5,8% no 1T13, demonstrando uma significativa melhora na margem da companhia.
O resultado de produtos financeiros atingiu R$ 61,4 MM no 1T14, com o aumento da carteira do cartão Co-branded e pela menor inadimplência.
As perdas no cartão Renner, Líquidas das Recuperações, no 1T14, foram de 1,7% sobre a carteira de crédito, versus 2,1% no 1T13.
O Ebitda total ajustado atingiu impressionantes R$ 135 MM, um incremento de 50,1% e margem Ebitda de 14,4%, impressionante a melhor na margem operacional da companhia.
Lucro Líquido atingiu R$ 50,9 MM, com crescimento de 135,6%.
Capex – No 1T14 foram investidos R$ 77,4 MM, preparação e inauguração de lojas, assim como no novo centro de distribuição que está sendo construído em Santa Catarina. Foram abertas três lojas, sendo uma Renner e duas Camicado.
Endividamento atingiu R$ 303,2 MM, representando 0,34x Net Debt/ Ebitda ajustado.
Classificamos o resultado como positivo e acreditamos que as ações reagirão positivamente. Destaque para a melhora de margem operacional, com foco nas despesas operacionais (estoques e logística) da companhia. LREN negocia a múltiplos elevados 16x P/E 2014E, porém no setor de varejo de vestuário, reportou forte resultado operacional, SSS positivo e foco no corte de custos, devemos ver revisões de projeções de lucros para a companhia em 2014. O ano de 2014 tem sido bastante desafiador para o setor de varejo de vestuário, porém, a Renner reportou um forte resultado operacional, surpreendo positivamente o mercado.


PCAR4 – Ebitda em linha. Lucro líquido surpreende positivamente.
GPA
1T14
1T14E¹
Δ%
1T13
Δ%
4T13
Δ%
Receita Líquida
14.972
14.972
0,0%
13.383
11,9%
16.887
-11,3%
EBITDA
1.050
1.030
1,9%
862
21,8%
1.605
-34,6%
Margem EBITDA
7,0%
6,9%
0,1p.p.
6,4%
0,6p.p.
9,5%
-2,5p.p.
Lucro Líquido
338
265
27,5%
275
22,9%
687
-50,8%
Margem Líquida
2,3%
1,8%
0,5p.p.
2,1%
0,2p.p.
4,1%
-1,8p.p.








Fonte: Bloomberg, Broadcast e Análise XP
1. Médias das estimativas de mercado
A receita líquida já era conhecida, pois a companhia já havia divulgado a prévia de vendas. Crescimento de 11,9% YoY.
A Margem Bruta apresentou redução de 1,1 p.p. devido, principalmente, a maior participação do Assaí e da Nova Pontocom no mix da receita, segmentos que possuem margens menores.
Assim como na Viavarejo, as despesas com vendas  apresentaram crescimento de 5,2%, inferior ao aumento da receita. Destacamos este ponto na Viavarejo, com menor exposição a propagandas (marketing), companhia pode estar perdendo Market share, privilegiando a melhora de margens.
As despesas gerais e administrativas reduziram 14,2%, resultado principalmente da simplificação de processos no Multivarejo e ganhos de eficiência em Via Varejo. A relação entre as despesas com vendas, gerais e administrativas e a receita líquida passou de 19,7% no 1T13 para 18% no 1T14. O que gerou uma margem Ebitda melhor do que a apresentada no 1T13, mesmo com uma margem bruta menor.
EBITDA totalizou R$ 1,050 bi, aumento de 21,7% YoY. A margem EBITDA alcançou 7%, 0,6 p.p. acima do 1T13, reflexo principalmente do ganho de margem em Via Varejo.
Lucro Líquido maior do que o esperado, com despesas financeiras menores, gerando uma margem líquida de 2,3%.
Endividamento – Houve uma redução na dívida líquida, incluindo a operação de carnês, a dívida líquida somou R$ 3,41 bi, redução de R$ 759 MM YoY. A relação Net Debt / Ebitda saiu de 1,1x no 1T13 para 0,85x no 1T14
Capex – Investimentos somaram R$ 276 MM no 1T14, sendo R$ 200 MM no GPA Alimentar e R$ 76 MM na Via Varejo e Nova Pontocom. Foram entregues 6 minimercados Extra. 3 Extra Hiper, 2 lojas Assaí  e 2 drogarias. Foram abertas 8 novas lojas Via Varejo, todas com a bandeira da Casas Bahia.
Teleconferência hoje às 11 horas – (11) 2188-0155
GPA reportou um bom resultado com o Ebitda em linha com as estimativas, com contribuição positiva da Viavarejo para melhora da margem Ebitda. Vale ressaltar a redução nas despesas de vendas e nesse caso propaganda, que pode ser um motivo de preocupação mais pra frente, com perda de Market share e no futuro um crescimento menor das vendas do grupo consolidado. Lucro líquido veio melhor do que o esperado, porém, como o resultado de Viavarejo já havia sido divulgado e foi bom, e a receita de GPA consolidada já era conhecida, acreditamos que não ocorra impacto para as ações da companhia, que hoje negociam a 18x P/E 2014E.


BRFoods: Resultado ok, mas melhora do ciclo financeiro agrada
Mercado interno. Receitas no mercado interno atingiram R$3,2 bilhões, 3,6% maior que o 1T13 graças aos preços médios 6,5% maiores e melhora de mix, que contrabalancearam os volumes 2,7% menores. Os custos médios estiveram 5,3% acima do 1T13. Ainda assim, o resultado operacional deste canal de vendas foi 15,4% inferior ao 1T13 (em R$ 352,6 milhões), margem operacional de 11,0% ante 13,4%. Essa queda de margem foi em grande parte devido a outras despesas operacionais não-recorrentes relacionadas a reestruturação incorridas no período, pelo aumento das despesas em marketing e trade.
Lácteos. Os preços mais elevados (+17,8%) sustentaram os resultados de lácteos, mesmo com a queda de 14,0% no volume de vendas (reflexo da queda das vendas de Leite UHT e Leite Pasteurizado versus o 1T13), as receitas do segmento foram R$ 655,9 milhões. Ainda assim, com o aumento 28,3% de custos o resultado operacional totalizou R$ 10,9 milhões negativos, representando uma perda de 6,1 p.p. puxado pelos altos custos de captação de leite no período.
Food Service. Apesar de pouco representativo para o todo, a BRF apresentou crescimento de faturamento líquido de 9,8% no 1T14 vs 1T13, atingindo R$ 401 milhões com crescimento de 14,4% no volume de vendas. Ainda assim o resultado operacional sucumbiu a elevação de custos e o resultado operacional foi de R$ 36,3 milhões com queda de margem.
Mercado Externo. No período, a empresa exportou 535,3 mil toneladas e a receita alcançada foi de R$ 3,1 bilhões. O lucro operacional da companhia no Mercado Externo teve uma significativa melhora de 432,5%, alcançando R$ 183,8 milhões no trimestre contra R$ 34,5 milhões registrado no mesmo período do ano anterior. A margem operacional também apresentou um incremento de 4,9 p.p., passando de 1,1% no 1T13 para 6,0% no 1T14. Destaques positivos para racionalização do mercado no Japão (maior equilíbrio entre oferta e demanda), para o período do Ano Novo Chinês que registrou uma demanda aquecida e a continuidade da recuperação econômica europeia refletiu na melhora de preços na região o que contribuiu para aumento da receita na Europa.   
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O resultado da BRFoods se mostrou levemente aquém do esperado pelo mercado. Todavia acreditamos que o mercado possa reagir positivamente aos números muito bons, apresentados em termos de geração de Fluxo de caixa. O Conference de resultados que ocorrerá hoje pela manha (9hs) poderá nos dar uma sensibilidade da sustentabilidade de tal número.
Em suma, o mercado externo foi beneficiado pela desvalorização do real frente ao dólar (em média 18,5% ante 1T13) que elevou os preços médios em reais na ordem de 11,5%, compensando a queda de volumes em 11,1%, seguindo a estratégia da empresa em retirar volumes de regiões com baixas margens. Apesar de receitas flat e da queda da melhora de margem bruta, o aumento dos gastos com marketing e trade marketing, e as despesas com o plano de reestruturação afetaram o resultado operacional, que se mostrou mais fraco e com deterioração de margem.
Na ponta positiva, podemos destacar: (i) trabalho de otimização de capital de giro parece estar dando resultado com a melhora do ciclo financeiro de 58 dias para 41,8 dias (11% da receita líquida); (ii) a geração de fluxo de caixa livre (EBITDA – Variação do Ciclo Financeiro – Capex) no 1T14 alcançou R$ 1,1bilhão contra os R$ 578,2 milhões gerados no 4T13 e R$ 518,2 milhões no 3T13; (iii) otimização de sua estrutura organizacional com a  simplificação da estrutura e eliminação de uma vice-presidência, que passou a contar com três diretorias e acarretou na redução de cinco para  três os níveis hierárquicos entre os cargos de base das fábricas e o topo da organização.
Outro ponto positivo é que a companhia segue focando seus esforços para reduzir seu portfólio global com o objetivo de focar nos itens de maiores margens, para ampliar a rentabilidade o que acreditamos que tende a surtir efeitos no longo prazo.
Para o conference acreditamos ser interessante ter uma visão acerca dos seguintes pontos: (i) sustentabilidade dos números de ciclo financeiro e geração de caixa operacional; (ii) como tem avançado o processo de racionalização de portfólio que visa retirar 40% do total de SKUs de produtos processados do mercado interno até o final do 2T14; (iii) avanço na possível negociação de lácteos.  


Santos Brasil (STBP11): Resultado 1T14 – Continuam os péssimos resultados
A Santos Brasil reportou seus números do 1T14. Principais pontos:
Receita Líquida de R$ 280,1M, queda de 20,7% na comparação com o 1T13.
O EBITDA da empresa atingiu R$ 90,2M, cerca de 13% abaixo do esperado pelo mercado. A margem foi de 32,2%, quase 12pp a menos que o mesmo trimestre do ano anterior.
O Lucro Liquido da Santos Brasil foi de R$ 32,1M no 1T14.
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O cenário difícil que a empresa enfrenta continua. No 1T14 observamos a tendência de queda nos volumes e receita, com uma queda de quase 21% na receita líquida se compararmos com o mesmo período do ano anterior. A maior contribuição para essa queda é o Tecon Santos, principal ativo da empresa, que está sofrendo forte concorrência com os novos terminais privados em Santos, gerando queda brusca nos volumes e preços praticados pela empresa. Apesar dos demais terminais de contêineres da empresa performarem bem, ainda são pouco relevante na operação total. Em termos de margem a empresa conseguiu controlar as despesas e custos, e as margens pararam a tendência de queda que observamos nos trimestres anteriores. Mas isso não é o bastante frente a fortíssima queda nos volumes e receita. O segmento de Logística obteve um desempenho muito bom, o que ajudou (levemente) para que os resultados da empresa não fossem ainda piores. O Terminal de Veículos continua sofrendo muito com limitação de importação de veículos imposto pela Argentina. Resumindo, o leve ganho de margem teve pouco efeito frente a brusca queda de volume e receita que a empresa vem enfrentando no Tecon Santos com o novo cenário de competição. A tendência é que esse cenário se prolongue e que a empresa tenha que se contentar com o novo patamar de competição e resultados daqui para frente.


Setor Elétrico: Leilão tenta reduzir rombo no setor elétrico
O leilão emergencial de hoje, que tenta eliminar ou reduzir a descontratação das distribuidoras de energia, definirá o tamanho exato do que está coberto e a necessidade de complementos para fechar as contas de 2014. A expectativa do governo é contratar entre 1,5 mil e 2 mil megawatts (MW) médios. Se esse resultado for atingido, o leilão será considerado um sucesso pelas autoridades do setor. Uma das grandes incógnitas é quanto as geradoras têm para oferecer. O certo é que esse volume dificilmente ultrapassará a demanda de 3,3 mil MW médios das distribuidoras. Com isso, o mais provável é que não haja queda em relação aos preços-teto do megawatt-hora fixados pelo governo: R$ 271 para os contratos por quantidade (que são contínuos) e em R$ 262 para os contratos por disponibilidade (as usinas só precisam ser acionadas quando chamadas a operar). O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, disse esperar contratação superior a 50% da demanda. Segundo ele, o preço estabelecido é "muito atrativo" e deve atrair os agentes interessados. "Acreditamos que o leilão vai ajudar a diminuir a descontratação das distribuidoras, o que é o objetivo do certame." Segundo fontes do mercado, além da Petrobras, Furnas e Eletronorte teriam, juntas, mais 1,2 mil MW médios atualmente descontratados. O restante da oferta poderia ser composto por energia disponível do BTG, cuja comercializadora está com sobras, e da Tractebel. Acredita-se ainda na entrada de pequeno volume proveniente de usinas de biomassa.
Petrobras. O consultor Humberto Viana Guimarães acredita em um leilão "chapa-branca", com presença majoritária de térmicas da Petrobras e hidrelétricas de subsidiárias da Eletrobras, já que considera mais atrativa a permanência das geradoras no mercado de curto prazo. Um dos riscos apontados por Guimarães é uma disparada no déficit da conta-petróleo. A maior parte da oferta da Petrobras, que o mercado estima em pelo menos 1 mil MW, é de usinas bicombustíveis (movidas a gás natural e a óleo). "Pode haver um tremendo rombo", afirma o especialista. Ele lembra que a conta-petróleo já tem um saldo negativo de US$ 3,56 bilhões no primeiro bimestre e 24% do déficit pode ser atribuído às importações de gás natural, cujo uso principal é para ligar as térmicas.
Mudança no PLD? O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, admitiu recentemente a necessidade de abrir uma rediscussão sobre o PLD "no futuro". Ele descartou mudanças no curto prazo, enquanto o cenário do setor elétrico estiver desfavorável e com preços altos, mas disse que existe a possibilidade de mexer no assunto - mediante audiências públicas e conversas com o mercado - a partir de 2015.
Governo realiza hoje leilão para venda de energia existente A-0. Pesa a favor da entrada das geradoras no leilão o sentimento de que os preços no mercado de curto prazo não devam ficar tão altos a partir de 2015, quando estão previstos a entrada em operação de grande quantidade de energia nova, produzida pelas usinas em construção na Amazônia: Belo Monte, Teles Pires e as turbinas restantes de Santo Antônio e Jirau. Logo considerando o preço oferecido no leilão, seria interessante assegurar a venda de energia pelo prazo de 5 anos e 8 meses.
Contra a entrada no leilão, as geradoras precisam considerar a hipótese de queda ainda mais acentuada dos reservatórios, deixando de produzir toda a energia prevista e correndo o risco hidrológico, tendo que arcar com os custos de liquidar suas diferenças a preços de mercado. Até por isso técnicos do setor admitem que o leilão é mais interessante para usinas térmicas.
Vale monitorar na medida em que movimenta o setor como um todo. O impacto nas empresas listadas é de difícil avaliação e entendemos que possa ser mais relevante, caso o leilão não alcance o nível de contratação desejado pelo governo, levando a certa pressão sobre distribuidoras (Light, Energias do Brasil, Eletropaulo, entre outras) e benefícios a geradoras descontratadas como Cesp, Cemig, especialmente.


Setor Elétrico: Reservatórios estão dentro de 'risco planejado', diz secretário
O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, disse que o baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas está dentro do "risco planejado" para o setor elétrico. Isto, segundo ele, se deve à ligeira melhora nas chuvas ao fim do período chuvoso na região Sudeste, onde estão localizados os principais reservatórios de água para geração de energia no país. "Tudo isso leva a uma situação que nos dá tranquilidade. Aliás, já nos dava, pois a gente já estava dentro do risco para o qual esse sistema foi planejado, conforme a nota do CMSE [Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico] em que consta que nós vamos atender 2014 e 2015", disse o secretário. Zimmermann fez questão de assegurar que, embora haja dificuldades a serem enfrentadas no setor, as condições de fornecimento de energia estão para o governo sob controle. O secretário avalia que até o fim deste mês, com o fim do período chuvoso, as chuvas devem registrar algum grau de melhora. "Não estamos com grande recuperação de níveis, mas está caracterizado que a gente saiu de uma série histórica de janeiro e fevereiro que foi subindo para uma média que nesse mês vai fechar em 'oitenta e poucos por cento' no Sudeste". Zimmermann também negou que haja necessidade de incentivar a redução voluntária de consumo de energia por setores da sociedade como forma de garantir que não haverá problemas com o fornecimento. O secretário alegou que a visão de que há necessidade de redução do consumo pode ser de apenas um técnico dentro do operador. "Às vezes, você pode pegar uma opinião específica de uma pessoa que trabalha, mas não quer dizer que o conjunto que está analisando lá concorda com aquilo", disse.


Odontoprev: Operacional positivo, com mais geração de caixa.
A receita operacional líquida totalizou R$282.337 no 1T14, 10,7% acima do 1T13.
O número de beneficiários cresceu 2,9%, passando de 6 milhões no 1T13 para 6,2 milhões no 1T14, com, 173.679 novas vidas no período, principalmente PME e indivíduos.
Índice de sinistralidade de 43,9% no 1T14, versus 48,8% no 4T13 e 43,7% no 1T13 (desempenho favorável e acima do esperado).
As despesas administrativas foram de R$36.995 no 1T14 (13,1% da ROL) comparadas a R$34.067 no 1T13 (13,4% da ROL), um ganho de eficiência razoável.
Lucro líquido de R$58.353 no 1T14, em linha com o 1T13, com 100% de payout. Caixa líquido de R$322.418, e dívida zero.
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No 1T14, a carteira de PME atingiu 721 mil vidas, 12% do total de clientes, taxa de crescimento anual de 30% desde 2011, com adição de 12 mil no trimestre. O tíquete médio passou de R$14,73 no 1T13 para R$15,85 no 1T14, uma variação de 7,6%, refletindo o reajuste de contratos corporativos, depuração de carteira e, em menor escala, a mudança de mix no período. No trimestre, o tíquete médio apresentou uma variação negativa de 0,3%. Sinistralidade e resultado financeiro líquido apresentaram bons desenvolvimentos na comparação trimestral e anual (+21% e 60% respectivamente). Resultado positivo, porém ainda trata-se de um ativo com patamar de preço elevado (P/E: 20). Conselho aprovou dividendos de R$ 0,09376 por ação (yield: 1,1%); Ativo 'EX' amanhã. Permanecemos neutros em termos de racional de investimento para médio/longo prazo.


ABEV- Governo fará novo aumento na tributação da cerveja e refrigerante. Negativo.

Elevação vale a partir de 1º de junho e poderá ter impacto de 1,3% sobre o preço final das bebidas frias. A medida resultará num aumento de arrecadação de R$ 1,5 bilhão

O governo anunciou o segundo aumento na carga tributária do setor de bebidas frias em menos de um mês. O secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, informou que, a partir de 1º de junho, serão corrigidas as tabelas de preços que servem como base para a incidência do IPI e do PIS/Cofins. Segundo ele, a medida resultará numa arrecadação adicional de R$ 1,5 bi este ano e valerá para cervejas, refrigerantes, refrescos, isotônicos e energéticos.

De acordo com Barreto, o novo aumento da carga tributária terá um impacto de 1,3% sobre o preço final dos produtos. O secretário disse, no entanto, que o reajuste pode não ser repassado aos consumidores:

— Não significa que o setor vai aumentar. Ele pode absorver isso e não ter impacto algum nos preços.

No dia 1º de abril, a Receita já havia mudado o multiplicador que incide sobre os preços da tabela usada como base para o cálculo dos tributos. Na ocasião, o impacto foi nas cervejas, isotônicos e energéticos. Refrigerantes ficaram de fora. A receita extra foi de R$ 200 milhões. 

Barreto negou que a nova medida esteja sendo adotada para ajudar o governo a bancar a ajuda adicional de R$ 4 bilhões que o Tesouro Nacional dará ao setor elétrico este ano:

— É uma medida eminentemente técnica para restabelecer o equilíbrio entre a tributação e os preços praticados.

Nos bastidores, os técnicos da equipe econômica admitiram que a medida não estava no radar nesse momento. No entanto, diante das dificuldades de caixa da União e contando com o fato de que as vendas de bebidas devem subir durante a Copa do Mundo, que começa no dia 12 de junho, ela acabou saindo do papel:

— Ela serve para compensar qualquer medida do governo, mas não tem nenhum objetivo específico — admitiu Barreto.

Ele explicou que a última atualização das tabelas de preços de bebidas frias ocorreu em maio de 2012 com base os valores cobrados pelos fabricantes em outubro de 2011. No entanto, ao longo desses dois anos, os produtos aumentaram. Segundo Barreto, as cervejas, por exemplo, subiram 23% e os refrigerantes, 19,2%.

Classificamos a notícia como negativa, principal razão do fraco desempenho das ações ontem, que apresentaram queda de 0,45%. A interferência governamental é nociva as empresas brasileiras. É impressionante o que este governo tem conseguido fazer no setor corporativo. Continuamos otimistas com o case de Ambev, projetando um Ebitda de R$ 19,525 bi para 2014.

 

 

Tecnisa – Resultado fraco. Receita, Ebitda e lucro abaixo. Negativo.
Tecnisa
1T14
1T14E¹
Δ%
1T13
Δ%
4T13
Δ%
Receita Líquida
372
400
-7,0%
430
-13,5%
428
-13,1%
EBITDA
86
120
-28,2%
122
-29,1%
96
-10,7%
Margem EBITDA
23,2%
30,0%
-6,8p.p.
28,3%
-5,1p.p.
22,6%
0,6p.p.
Lucro Líquido
36
51
-29,2%
42
-14,8%
43
-16,6%
Margem Líquida
9,7%
12,8%
-3,0p.p.
9,9%
-0,2p.p.
10,1%
-0,4p.p.








Fonte: Bloomberg, Broadcast e Análise XP
1. Médias das estimativas de mercado
A receita líquida atingiu R$ 372 MM, uma queda de 13,5% YoY e de 13,1% QoQ. Houve um menor volume de vendas contratadas no período.
O Custo dos Imóveis Vendidos e dos Serviços Prestados no 1T14 foi de R$ 278 MM, redução de 8% YoY e diminuição de 12% QoQ, resultado do menor volume de vendas contratadas no período, mesmo assim, a margem Ebitda foi afetada negativamente, atingindo 23,2% no 1T14.
O Lucro Bruto do 1T14 foi de R$ 94 MM, representando redução de 27% YoY e redução de 15% QoQ, resultando em uma Margem Bruta de 25%.
Ebitda foi de R$ 86 MM, representando uma queda de 29% YoY e de 10,7% QoQ.
Cancelamentos de vendas atingiram R$ 107 MM no 1T14
Vendas contratadas somaram R$ 158,9 MM no 1T14, uma queda de 74,9% YoY.
O Endividamento Líquido consolidado ficou em R$ 2,138 bi. Do Endividamento Total, R$ 815 MM correspondem a dívidas corporativas e R$ 1,6 bi dívidas de financiamento à produção. A variação da dívida líquida no 1T14 resultou em uma queima de caixa operacional de R$ 208 MM, só para destacar no 4T13 o cash burn foi de R$ 73 MM.
Eventos do 2T14 - Conclusão da operação de venda da SPE Lille Empreendimentos Ltda. em abril, representando uma entrada de caixa de R$ 100 milhões e um lucro de R$ 38 milhões, os quais terão impacto no resultado do 2T14. Primeiras torres da 2ª fase do bairro Jardim das Perdizes em fase de pré-lançamento;
Classificamos o resultado como negativo, menores vendas, lançamentos e queda de margens, uma conjunção de fatores negativos, fora isso, o cash burn do 1T14 foi de R$ 208 MM, bem acima dos R$ 73 MM do 4T13. Ações devem reagir negativamente.


Embraer: Defesa & Aviação Executiva turbinam desempenho.
As receitas no 1T14 totalizaram R$ 2.9bi, representando crescimento de 36% em relação ao 1T13. No 1T14 a instituição entregou 14 aeronaves comerciais e 20 executivas (17 jatos leves e 3 jatos grandes), ante 17 aeronaves comerciais e 12 executivas (8 jatos leves e 4 jatos grandes) entregues no 1T13.
O segmento de Defesa & Segurança reportou seu maior crescimento proporcionalmente à receita consolidada, impulsionado pelo crescimento de receita de 87% em relação ao 1T13 e no segmento de Aviação Executiva o crescimento da receita foi de 81% na comparação entre o 1T13 e o 1T14. O segmento de Aviação Comercial teve sua participação no total das receitas diminuindo de 59,0% no 1T13 para 44,7% no 1T14. Os segmentos de Defesa & Segurança e Aviação Executiva deverão ter uma maior representatividade nas receitas totais de 2014 em relação a 2013, em linha com o direcionamento da instituição. 
Considerando-se todas as entregas, bem como os pedidos firmes obtidos durante o período, a carteira de pedidos firmes a entregar (backlog) da Companhia aumentou para US$ 19,2 bilhões no final do 1T14. Maior nível desde o 2T09, em função principalmente de novas vendas na Aviação Comercial;
A Margem líquida alcançou 8,8% no 1T14, comparada com 2,9% alcançado no mesmo período do ano passado, principalmente devido ao melhor resultado operacional aliado a um crédito de imposto de renda diferido. O Lucro líquido ajustado no 1T14, excluindo o imposto de renda e a contribuição social diferidos, foi de R$ 147,3 milhões, o que representa uma margem líquida ajustada de 5,0% no trimestre.

Resultado robusto e positivo para a empresa. Apoiado em um cenário macroeconômico global com maior ritmo de crescimento. A elevação das receitas líquidas se deu principalmente devido à valorização do Dólar frente ao Real no período, pelo maior número total de jatos entregues e pelo crescimento significativo de 87% na receita do segmento de Defesa & Segurança. O menor número de entregas de jatos comerciais em comparação ao ano passado, bem como a mudança no mix de produto, contribuíram para a leve queda na margem bruta. Parcialmente compensada pelo desempenho de outros segmentos. O Lucro líquido ajustado no 1T14, excluindo o imposto de renda e a contribuição social diferidos, foi de R$ 147,3 milhões, o que representa uma margem líquida ajustada de 5,0% no trimestre. A posição de Caixa líquido da Companhia no 1T14 atingiu R$ 119,3 milhões, comparada aos R$ 1.005,5 milhões ao final de 2013 e aos R$ 197,9 milhões do 1T13. A queda de R$ 886,2 milhões no caixa líquido é consequência de aumentos nos Estoques e no Contas a receber de clientes em R$ 394,9 milhões e R$ 242,3 milhões, respectivamente, e em linha com a sazonalidade das entregas nos trimestres.  Mercado deve reagir bem ao resultado divulgado.



BRMalls – Prévia Operacional – Desaceleração, porém números ainda permanecem elevados.
Crescimento de 9,7% nas vendas totais YoY, atingindo R$ 5,1 bi.
SSS – Vendas mesmas lojas atingiu 7,6%, representando um crescimento de 0,1 p.p. YoY, porém, demonstrando uma desaceleração em relação ao crescimento de outros trimestres. O segmento de lojas satélites foi o que mais cresceu, seguido das lojas âncoras. O SSS, segundo a companhia, foi prejudicado pelo desempenho negativo no segmento de lazer.
SSR – Aluguel mesmas lojas – Crescimento de 8,7% no 1T14, outro movimento de desaceleração. Alto ainda, mas demonstrando também desaceleração.
Taxa de Ocupação de 97,6%.
Pagamentos em Atraso – houve uma melhora com 4% dos pagamentos em atraso, uma redução de 0,3 p.p. em relação ao 1T13.
Apesar da desaceleração, classificamos a prévia como neutra, pois os números permanecem elevados de SSS e SSR.  


Setor Elétrico: Leilão de energia é mais atrativo para térmicas, segundo consultor
O leilão de energia existente, do tipo "A-0", que será realizado hoje, é mais interessante economicamente para empreendimentos termelétricos do que para hidrelétricas. Segundo um especialista que presta consultoria para grandes empresas do setor e que preferiu não se identificar, a principal diferença está no fato do risco hidrológico que terá que ser calculado pelas hidrelétricas na elaboração de suas propostas. Na prática, risco hidrológico é a possibilidade de uma usina produzir menos energia do que a sua garantia física (volume de energia autorizada a vender). O risco é mais acentuado no segundo semestre de 2014, porque os níveis dos reservatórios estão muito baixos. Nesse caso, o gerador deve comprar energia ao preço "spot" - hoje R$ 822,83 por megawatt-hora (MWh) - para honrar contratos. A alternativa ao leilão, para as geradoras, é continuar vendendo energia no mercado "spot". Ao todo, o consultor prevê que as térmicas incluídas no leilão tenham 1,5 mil megawatts de potência instalada disponível, cerca de metade da demanda esperada. Os principais interlocutores do governo na área energética trabalham com a hipótese de preenchimento parcial da demanda do leilão. "O governo está sendo pessimista para evitar críticas, caso a demanda não seja atendida e para dar uma boa notícia depois, se o resultado for positivo", diz o consultor. Para Nelson Hübner, ex-diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e especialista do Gesel/UFRJ, somente as estatais participarão do leilão, seguindo orientação do governo.
Estima-se que as únicas empresas que possuem termelétricas disponíveis para negociar no leilão são Petrobras e AES. A estatal possui um grupo de térmicas para incluir na disputa, enquanto a norte-americana deve participar com a usina de Uruguaiana, na fronteira com a Argentina. Com relação a Uruguaiana, vale ressalva que a AES deverá incluir em sua análise o risco de indisponibilidade do gás natural, que precisa ser importado.


Totvs: Resultado 1T14 – Bom patamar de resultado, mas vale se atentar para alguns pontos
A Totvs reportou seus números do 1T14. Principais pontos:
Receita Líquida de R$ 431,9M, um crescimento de 15,4% ano contra ano.
O EBITDA da empresa atingiu R$ 114,2M, com uma margem de 26,4%. Isso representa um leve ganho de 0,4pp na comparação anual.
O Lucro Liquido da Totvs foi de R$ 61,6M no 1T14.
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A Totvs manteve o bom crescimento de receita observado ao longo dos últimos trimestres. No 1T14 a receita liquida cresceu +15,4% na comparação anual, por conta de um bom patamar de crescimento na receita de Manutenção (cerca de 50% do total) e um crescimento acima das expectativas nas receitas de Licenças (aumento de ticket médio). Em termos de margem observamos um bom ganho na parte de custos, mas um aumento de gastos em despesas de vendas, gerais, administrativas e PDD. No geral o ganho de custos compensou e fez a margem EBITDA aumentar 0,4pp na comparação anual, chegando a um patamar de 26,5%. Trata-se de um bom nível de margem dado que observamos certa deterioração nos trimestres anteriores. Resumindo, o resultado foi bom, com crescimento forte de receita e leve expansão de margem, mas devemos ficar atentos se esse aumento nas despesas se repetirá nos próximos trimestres.


ALSC3 – Prévia Operacional – Boa, mas também demonstrando desaceleração.
As vendas dos shoppings da Companhia apresentaram um crescimento de 20,5% YoY, totalizando R$1,8 bilhões no trimestre.
O crescimento orgânico do portfolio foi responsável por 62,4% da evolução das vendas.
O crescimento de vendas foi superior a 10% em 11 dos 17 shoppings da companhia.
SSS de 7,7% e de 8,6% SAS (Vendas mesmas áreas)  
Excluindo o efeito Páscoa, o crescimento SSS teria sido de 9,6% no 1T14 e o SAS de 10,2%.
As vendas do 1T14 foram impactadas pela sazonalidade da Páscoa. No ano passado, o feriado ocorreu no mês de março e este ano, em abril.
As vendas mesmas áreas (SAS) continuaram crescendo acima da variação de SSS pelo 15º trimestre consecutivo. O crescimento foi 8,6% no trimestre e, excluindo o efeito da Páscoa, foi 10,2%.
A variação dos aluguéis mesmas lojas (SSR) apresentou crescimento de 8,7% no 1T14 – Excluindo o efeito Páscoa, este crescimento foi 9,4%. O crescimento dos aluguéis mesmas áreas (SAR) alcançou 8,7% no trimestre e 9,5%, considerando o efeito da Páscoa.
Taxa de Ocupação atingiu 97,4% no 1T14, 0,2 p.p. acima do apresentado no 4T13 e 0,3 p.p. YoY.  
A Taxa de Ocupação dos shoppings com mais de 5 anos de histórico operacional permaneceu em 99,2% no 1T14.
Inadimplência líquida de 4,1% no 1T14 - O indicador registrou aumento de 0,3 p.p. em relação ao 1T13.
Classificamos como neutra a prévia de ALSC, mostrando ainda bom números de SSS e de SSR, porém, demonstrando desaceleração em relação a outros trimestres. Como a prévia divulgada de BR Malls.


Banco do Brasil:  Sem preocupações quanto à parceria com Banco Postal.
O Banco do Brasil e os Correios esperam receber sinal verde do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para levar adiante a primeira etapa da ampliação da parceria para transformar o Banco Postal em instituição financeira. O negócio vai ao plenário do Cade nesta quarta-feira, por causa do recurso apresentado pela Associação dos Entregadores de Pequenas Encomendas e Impressos (Anepei), entidade que representa mais de 1.500 trabalhadores de micro e pequenas empresas do setor de entregas. A associação pediu impugnação do negócio pela Superintendência Geral do Cade por considerar que, da forma como foi desenhada, a parceria acaba com a concorrência no mercado de entrega de cartões do banco público e das mais de 60 empresas com participação do BB, como a Alelo - um dos maiores grupos de vales-refeição e alimentação do País, em parceria com o Bradesco. Se não fosse esse recurso, bastaria a aprovação feita no dia 20 de março para que a operação tivesse sido autorizada. No parecer, a Superintendência afirmou que a operação "não suscita qualquer preocupação concorrencial".


Empresas

Cai 4% venda de carros no quadrimestre
As vendas de veículos novos no país mostraram neste mês ritmo melhor que o fraco desempenho de março, mas seguem bem abaixo dos volumes de um ano atrás. Dados preliminares indicam que o número de emplacamentos caiu 4% no primeiro quadrimestre em relação ao mesmo período do ano passado. Na comparação com março, quando o resultado foi prejudicado pelo feriado de Carnaval, as vendas de abril já mostram alta de 6,2% - variação que ficará ainda maior com a consolidação dos licenciamentos de ontem e hoje. Mas quando se compara com abril de 2013, o mercado está 9,2% menor e caminha para fechar o mês abaixo das 300 mil unidades emplacadas.

MERCADO DE FUTUROS

GATILHOS PARA TRADE
Milho (CCMU14): POR ENQUANTO NADA
Boi (BGIK14): Compra stop longo (sem alavancagem) **Hoje é vencimento de BGIJ14**
Petróleo (WTIM14): de olho em venda
SJCK14: Migrar para SJCN14
Índice (M): gatilho de compra em 52.550 / gatilho de venda em 52.350
Dólar: gatilho de compra em 2.258,5 / gatilho de venda em 2.255  **Hoje é últimpo dia de negociação de DOLK14/WDOK14. Próximo vencimento: M14**

FUTUROS INTERNACIONAIS
KCK4 (Café): atenção ao chat para as oportunidades
ZSK4 (Soja):POR ENQUANTO NADA

SPREAD / ARBITRAGEM
Boi Maio com Abril.

ESTRUTURAS COM OPÇÕES:
Por enquanto nada.

SETUPS MÉDIAS
Milho – CCMU14 (9E e 22S – 60min)  cruzado para BAIXO @29,79, em 24/04/2014, 10:00hs
Café SETEMBRO- ICFU14 (22S e 92E – 60min)  Cruzadas para cima@260,00 confirmadas, 22/04 às 12hs
Índice estratégia para hedge (5S e 98E – 60min) cruzado para compra a partir de 50.600
Dólar (27S e 10E – 60min) cruzado para venda a partir de 2.252